Noções elementares de Estatística: medidas de tendência central e de dispersão
1 – Introdução
No Novo Dicionário Brasileiro – Ed. Melhoramentos – 7ª edição – 1971 lê-se para o verbete estatística - 1. conjunto de processos que tem por objeto a observação, classificação formal e análise dos fenômenos coletivos ou de massa, bem como a indução das leis a que tais fenômenos globalmente obedeçam. 2. apresentação numérica, em tabelas ou gráficos, dos resultados da observação de fenômenos de massa. Claro que o termo massa , refere-se à população e não ao conceito físico.
Os dados estatísticos devem ser apresentados na forma de tabelas, de modo a facilitar a sua interpretação. Imaginemos por exemplo o conjunto de valores a seguir, coletados numa sala de aula com 32 alunos, referente às idades dos alunos em anos:
17, 17, 17, 18, 18, 18, 18, 18,
19, 19, 19, 19, 19, 20, 20, 20,
20, 20, 20, 20, 21, 21, 21, 21,
21, 21, 21, 21, 22, 22, 23, 23.
Nota: dados expressos desta forma são ditos dados não agrupados.
Poderemos representar estes dados de uma forma mais organizada, conforme tabela a seguir, onde a coluna frequência representa o número de ocorrências de cada idade:
No Novo Dicionário Brasileiro – Ed. Melhoramentos – 7ª edição – 1971 lê-se para o verbete estatística - 1. conjunto de processos que tem por objeto a observação, classificação formal e análise dos fenômenos coletivos ou de massa, bem como a indução das leis a que tais fenômenos globalmente obedeçam. 2. apresentação numérica, em tabelas ou gráficos, dos resultados da observação de fenômenos de massa. Claro que o termo massa , refere-se à população e não ao conceito físico.
Os dados estatísticos devem ser apresentados na forma de tabelas, de modo a facilitar a sua interpretação. Imaginemos por exemplo o conjunto de valores a seguir, coletados numa sala de aula com 32 alunos, referente às idades dos alunos em anos:
17, 17, 17, 18, 18, 18, 18, 18,
19, 19, 19, 19, 19, 20, 20, 20,
20, 20, 20, 20, 21, 21, 21, 21,
21, 21, 21, 21, 22, 22, 23, 23.
Nota: dados expressos desta forma são ditos dados não agrupados.
Poderemos representar estes dados de uma forma mais organizada, conforme tabela a seguir, onde a coluna frequência representa o número de ocorrências de cada idade:
Observem que a apresentação dos dados na forma de tabela facilita e muito a interpretação.
Idade (a) Freqüência 17 3 18 5 19 5 20 7 21 8 22 2 23 2 Total 32
Considere agora a relação dos pesos (em kg) de 30 alunos de uma sala, indicada a seguir:
75 – 68 – 75 – 59 – 68 – 80 – 84 – 68 – 80 – 68
68 – 75 – 75 – 80 – 80 – 75 – 80 – 68 – 84 – 75
68 – 59 – 68 – 80 – 80 – 68 – 80 – 75 – 68 – 80
Observem que estes dados não agrupados, podem até causar confusão para sua interpretação. E vejam que são somente 30 alunos; imaginem se fossem 3000? Vejam os mesmos dados agrupados conforme tabela abaixo:
É evidente que a representação na forma de tabela é muito mais conveniente para qualquer análise que se deseje fazer em relação aos dados. O uso de tabelas (dados agrupados) é muito difundido em Estatística.
Peso (kg) Freqüência (f) 59 2 68 10 75 7 80 9 84 2 Total 30
Os mesmos dados acima, poderiam ser agrupados com os pesos em classes de 10 em 10 kg, da seguinte forma:
Notas:
Peso (em kg) Freqüência 50 |---- 60 2 60 |---- 70 10 70 |---- 80 7 80 |---- 90 11 Total 30
a) claro que poderíamos dividir os pesos de 5 em 5kg, 6 em 6kg, etc. Estes intervalos são denominados classes.
b) o símbolo |--- significa que o extremo 50 pertence ao intervalo e o extremo 60 não pertence ao intervalo. Por exemplo, se quiséssemos indicar que o valor 60 pertence ao intervalo, escreveríamos: 50|---|60. (Os pontos tracejados devem ser escritos de forma contínua; não encontrei símbolo para isto no teclado).
Na Estatística, a representação dos dados através de tabelas é bastante comum. Estes dados tabulados são conhecidos como distribuições de frequência.
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